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É comum que a meditação represente para a maioria das pessoas uma prática religiosa de origem oriental, estranha aos nossos costumes. Na verdade, ela tem uma variedade ampla de aplicação, além dos fins religiosos, ela pode ser utilizada para melhorar a nossa qualidade de vida, o nosso desempenho profissional e até corrigir inúmeras disfunções. Da mesma forma que os exercícios físicos são importantes para a nossa saúde física, os exercícios mentais, através das práticas meditativas, também trazem saúde e bem-estar geral para a nossa vida.
A vida agitada que o momento presente nos impõe, nos leva a realizarmos inúmeras tarefas e que, de tão repetitivas, nos fazem vivermos realizando-as de forma automática, vivendo no nosso “piloto automático”. Não temos muito tempo para sentir e refletir sobre cada momento e também não sobra tempo para “pensar sobre” e muito menos ainda para analisar e criticar os nossos próprios pensamentos. É comum confundirmos e acharmos que os nossos pensamentos e emoções somos nós, na verdade eles não são. Por tudo isso a ansiedade, o estresse e a depressão marcam presença com mais frequência em nossas existências.
A imagem de que a meditação parece representar uma pratica de origem religiosa oriental faz sentido porque estas religiões as valorizam muito, desde milênios já conheciam os seus benefícios. Basta observarmos a figura, em qualquer lugar, do próprio Buda, na sua postura meditativa. Apesar dessa valorização oriental, na verdade todas as religiões as praticam, desde as suas criações. Logicamente as diversas religiões dão nomes diferentes para essas práticas, mas no fundo é a mesma coisa. Para os religiosos “a meditação é fruto de uma sabedoria espiritual universal e uma prática que nós encontramos no centro de todas as grandes tradições religiosas, uma peregrinação da mente para o coração”.
A partir dos anos 70 as práticas meditativas também passaram a ser alvo de pesquisas médicas, estas mostraram e comprovaram cientificamente os seus inúmeros benefícios. Surgindo daí o que se chama atualmente de Meditação Mindfulness (consciência plena). A palavra é uma tradução para o inglês da palavra Sati (do idioma Pali, uma língua antiga indiana, próxima daquela falada pelo Buda). Sati pode ser entendido como claridade mental, atenção no momento presente, estar consciente e vigilante.
A ideia do Mindfulness nasceu na Universidade de Massachuetts, em Boston nos EUA, com o professor da Escola de Medicina Jon Kabat-Zinn. Ele foi o responsável por desenvolver o primeiro programa que criou a técnica, ainda em 1979. Além de médico, Jon é um cientista renomado e adepto do budismo como filosofia de vida. Sua experiência e conhecimento sobre meditação certamente serviram de inspiração para que ele resolvesse usar o método da consciência plena como tratamento para os pacientes do hospital local, surpreendentemente, os resultados foram muito positivos. A partir disso, o Mindfulness começou a ganhar cada vez mais notoriedade, sendo adotado no mundo todo.
Para todas as gerações,11/2019, por Dr. Carlos Veronese
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Na minha experiência profissional como psicóloga tenho me deparado com muitas pessoas cujas vidas foram dilaceradas por traumas, desde a infância. Seja por causa de um abuso emocional, seja por um abuso sexual, enfim, muito cedo essas pessoas cruzaram com outras pessoas que foram para ela algozes. Os algozes ficam presentes na vida dessas pessoas, mesmo quando se passam muitos anos. E como se livrar delas? Só perdoando. Perdoar não é necessariamente esquecer. Porém, a lembrança fica sem a dor, sem a emoção ruim e a importância daquela pessoa ou fato são diminuídas. O fato ocorreu, não pode ser apagado. Mas, as marcas que ele deixou podem ser muito modificadas.
Raciocinando de outra forma, aposto que você só hospeda em sua casa/lar pessoas muito queridas. Por que então em sua casa/mente você deixa ficar, muitas vezes por anos, pessoas que não te fazem bem?
Faça, então, a seguinte reflexão: acaso você guardou incompreensão, mágoa ou raiva de pessoas no seu passado (recente ou antigo), e que ainda hoje esses acontecimentos te geram desconforto físico ou mental?
Então, siga esses 10 passos:
1. Decida de uma vez se você quer perdoar? Leve em consideração que o benefício é seu e que o outro não precisa nem ficar sabendo que está sendo perdoado, já que esse é um processo de cura interior.
2. Como você lida com seus próprios erros? Procura se perdoar e aprender com o erro ou se corrói, ruminando fixamente o que você fez? Normalmente, as pessoas que são mais exigentes consigo tendem a ser também com os outros. Agem implacavelmente e não toleram bem os erros alheios. Ajudaria muito se tentássemos “salvar a pele do outro” de alguma maneira, ou seja, se tentássemos buscar um sentido para o que o outro fez.
3. Você costuma classificar as pessoas como boas ou más? Do bem ou do mal? Cuidado! Fica fácil dividir as pessoas em dois grandes grupos. Nesse raciocínio, você é uma pessoa do bem, certo? Mas, será que todo mundo acha isso? Será que você também nunca errou com ninguém? É claro que todos nós já erramos, causamos mágoas e sofrimento. Pois é assim que devemos olhar alguém a quem queremos perdoar: como um ser humano falível como eu.
4. A pessoa merece o seu perdão? Quando proponho esse passo sei que a resposta muitas vezes vai ser um sonoro NÃO. Para perdoar, ajudaria se a pessoa merecesse, mas, se não merecer, ainda assim devo tentar perdoá-la levando em consideração que eu não mereço conviver com ela em minha mente. Que eu posso simplesmente ignorá-la, que eu posso pensar que a própria vida dela se encarregará de mostrar-lhe as lições que ela precisará aprender, que não serei eu a ensinar, nem julgar, nem apenar, nem condenar.
5. Você guarda algum sentimento de injustiça em relação à pessoa ou à vida? Muito cuidado! O que mais escuto de pessoas depressivas é: “isso não é justo!” Não há justiça nos acontecimentos do mundo. A vida não segue um padrão de justiça. Então, procure não alimentar essa ideia vitimista de que algo não deveria ter acontecido contigo. Coisas ruins simplesmente acontecem a pessoas boas.
6. Como vejo o outro? O perdão tem de atingir a nossa forma de interpretar o outro, de ver o outro, e a nós mesmos. Mas, tem a ver com a personalidade de cada um. Tem pessoas com mais facilidade para perdoar, registram o fato com menor impacto em si, são mais fortes afetivamente. Outras têm mais dificuldade porque são mais sensíveis, o que as tornam mais rígidas emocionalmente. Nesse ponto, devo recomendar que as pessoas mais sensíveis e frágeis devem sempre procurar o que há de bom em si, suas qualidades, seus pontos fortes, e, depois, tentar buscar o que há de bom no outro.
7. Você consegue retirar a pessoa da posição de pai/mãe/irmão/amigo/ namorado/cônjuge e olhá-la apenas como uma pessoa? Quando alguém querido nos causa uma mágoa, sofremos ainda mais. De um lado porque temos de continuar convivendo com a pessoa e, de outro, porque delas esperamos sempre coisas boas. Desse modo, para perdoar você precisa retirar a pessoa da posição que ela ocupa na sua vida e colocá-la na posição de uma simples pessoa, um ser humano falível, egoísta, conflituado.
8. De quem eu não consigo me desvencilhar? Da pessoa que eu imaginei que ele era, ou quem ele realmente era? Muitas vezes aprisionamos o outro nas nossas expectativas. E não conseguimos nos livrar delas porque as prendemos na ilusão que nós mesmos criamos para elas. Vistas como pessoas, fica mais fácil vê-las como falíveis, incompletas, limitadas. Posso ver a outra pessoa como boa em essência, mas passível de falhas e erros e, portanto, diferente da percepção que eu tinha dela. Depois que ela me faz algo ruim, tendo a vê-la apenas como isso que fez. Mas, é bom lembrar de coisas boas que ela também fez. Sair apenas das experiências ruins com ela e ampliar o olhar pode ajudar a sair da mágoa e olhar a realidade como ela é.
9. Você consegue se imaginar na posição de Deus e olhar pra essa pessoa como se fosse Ele? Como Deus, que é todo perfeito e absoluto olharia para esse seu filho ou essa sua filha que errou contigo? E você, cheio de falhas e incoerências, como olha? Acredito que, se o próprio Deus perdoa, quem sou eu para não perdoar? Ele sempre tem um olhar novo sobre nós. Nós também não devemos desistir de ter um olhar novo sobre o outro.
10. Você decidiu ser feliz? Então, de uma vez pare de pensar que perdoando você vai estar beneficiando o outro, se humilhando ou dando algo a alguém. O perdão não é benefício pra quem recebe, é pra quem dá.
Uma vida também pode ir à falência como uma empresa, quando não administramos bem nossos sentimentos. O ser humano é responsável por administrar sua vida, se aperfeiçoando constantemente, acreditando que é possível mudar. Não repetir os mesmos erros. Se conhecer para poder se administrar e administrar os outros em sua vida. É preciso lembrar que também nós somos limitados, raivosos, e que nós também erramos. E que ressentir é sentir várias vezes, enquanto resignificar é dar um significado novo ao outro e a si mesmo.
Marleidi Mocelin
Psicóloga
“Hoje, felizmente é possível fazer um teste de audição em qualquer pessoa, de qualquer idade, inclusive em recém-nascidos. Para avaliar a audição devemos fazer anualmente o exame de audiometria, que é bem simples, e verifica se estamos escutando direito, bem como o grau e o tipo de perda auditiva, caso exista,” reforça a especialista.
De acordo com Ludmila, independentemente da idade, a perda auditiva pode levar ao afastamento do convívio social, e quanto mais cedo diagnosticado, melhor. “vale ressaltar que o uso continuo de aparelhos auditivos, para alguém que tem algum tipo de perda auditiva, estimula as estruturas da audição e o cérebro para que exista a estabilização da perda.”
1. FIQUE ATENTO
As pessoas que sofrem com a perda auditiva se deparam com situações de muita dificuldade em tarefas simples do dia a dia, como seguir uma conversa sem esforço, confraternizar em um evento de trabalho ou um jantar entre amigos e ate mesmo falar ao telefone.
2. AUMENTE
Começar a levantar o volume da TV é um sinal preocupante. “Perceba se isto acontece com frequência. Se sim, é hora de uma avaliação”.
3. REPITA
“Ouvir, mais não entender o que as outras pessoas estão falando ou sentir dificuldade em acompanhar conversas em locais ruidosos pode indicar algum problema”, alerta Dra Ludmila. Também é importante ficar atento a zumbidos que podem aparecer.
4. OUTROS SINAIS
Falta de atenção, aumento do nível de estresse e isolamento social, que pode chegar até a depressão.
CHEGA DE VERGONHA
“Em geral a maioria das pessoas ainda tem preconceito quanto ao uso do aparelho. Constata-se que apenas 40% de quem tem perda de audição reconhecem que ouvem mal. O que é lamentável, porque a perda auditiva é cumulativa e, se nada for feito a tempo, a dificuldade para ouvir será cada vez maior”. Alerta Dra Ludmila. A realidade é que muitos usam óculos, por exemplo, mas no caso da deficiência auditiva, persiste certa resistência em usar aparelho nos ouvidos. E por que isso acontece? “Porque a maioria desconhece os avanços tecnológicos que permitiram a criação de dispositivos minúsculos ou ate mesmo invisíveis”, explica. “No entanto, o preconceito vem sendo quebrado. Após o uso, a pessoa verifica a melhora significativa da qualidade de vida e aquele primeiro julgamento vai embora”. Porém, é preciso ressaltar que, como existem diversos tamanhos e características, apenas um profissional, Fonoaudiólogo/Audiologista tem a qualificação para ajudar a fazer a escolha certa.
Dra Ludmila Matoso
Fonoaudióloga
A prática de dietas não garante a manutenção do peso perdido, pois o cérebro não sabe que você está restringindo a ingestão de alimentos para emagrecer. Ele entende que seu corpo está em “perigo”. Por isso, o corpo entra em estado de alerta para evitar a perda de peso, causando alterações no metabolismo, na composição corporal gerando o efeito sanfona e distúrbios neuroendócrinos que podem desenvolver episódios de descontrole diante da comida.
O estresse do cérebro diante da fome criada pela dieta pode provocar mau humor, aumentar a irritabilidade, a ansiedade e a depressão. Nessa situação, o corpo busca um momento de prazer na comida levando indivíduos suscetíveis a desenvolverem compulsão e outros transtornos alimentares.
Outro problema dessas dietas é a perda da autoestima, a falta de confiança no próprio corpo, o aumento do estresse, a insatisfação com o corpo e a vergonha, pois a maioria das pessoas que faz dieta acha que, se o peso volta, é porque elas falharam e não tiveram força de vontade e disciplina na dieta, quando na verdade, é o corpo que não deixa emagrecer mais. Isso não é culpa sua!!
É claro, a pessoa que fizer uma dieta restritiva vai emagrecer e se sentir poderosa e feliz por perder peso de maneira fácil e quase milagrosamente! Mas o risco que ela corre é de ganhar todo o peso perdido com mais gordura e menos músculo do que tinha antes. Resultado: a pessoa é mais gorda a longo prazo!
Portanto, podemos afirmar que, ao longo do tempo, fazer dieta pode engordar em vez de emagrecer devido aos mecanismos que o organismo cria tentando defender e proteger nosso corpo. É possível perder peso de várias maneiras, porém, o que é preocupante são as conseqüências clínicas, emocionais e para o próprio peso corporal.
Se você precisa mudar sua relação com a comida e o seu peso não viva uma vida de dietas.
A solução é olhar para os comportamentos que te impedem de ser feliz com o seu corpo.
Que tal batermos um papo sobre isso? Nosso primeiro encontro é gratuito.
Isabel Tomazini
Nutrição Comportamental e Coach
Sobrevivendo a uma demissão em massa
A palavra sobreviver neste caso não quer dizer uma maneira de permanecer na empresa, e sim, como manter a paz de espírito ao longo do processo, ver todos os resultados com confiança e preparar-se para qualquer cenário. No momento que há rumores de demissão em massa é porque já foi decidido quem vai e quem fica. Se você não é um dos que decidem quem fica, então outra pessoa está fazendo isso e você não saberá até o dia chegar. Vamos aos fatos:
Estágio das conversas nos corredores
Saiba que a sua remuneração, avaliações do gerente, conjunto de habilidades e competências são os principais fatores na escolha. Nesse estágio é manter o seu emprego, mas também é importante estar preparado para ser demitido. Inicie a sua busca no mercado de trabalho assim que tiver a mínima chance de ser demitido. Não cometa o erro de pensar que você não pode ser demitido, porque além dos fatores citados acima, podem existir outros critérios que você não terá acessos ligados à visão para o futuro da organização.
Então, gaste algum tempo todos os dias para construir a sua rede, verificar postagens, atualizar o seu currículo e Linkedln. Você também precisa definir as expectativas em relação ao possível novo emprego.
Existe um fator muito importante a ser considerado, assim que esses rumores começam: Você terá muito mais distração e menos trabalho. Limite o seu tempo nas distrações e nas fofocas. Em vez disso, use esse novo tempo adicional encontrado para se preparar para ser impactado ou manter o seu trabalho. Durante a fase de conversas de corredor é onde você se posiciona para vencer, independente do resultado.
Nessa situação só existem duas alternativas:
1) Você foi demitido
Na minha primeira experiência de demissão em massa coincidentemente também foi o meu primeiro emprego com carteira assinada. Lembro-me das conversas começarem. Havia algo de errado e neste caso tinha haver com a idoneidade da empresa. Era uma empresa que tinha contrato de prestação de serviço para uma grande corporação. Eu trabalhava no administrativo. Quanto mais os rumores cresciam, mais os donos se ausentavam da empresa. Até o dia que a bomba explodiu e simplesmente eles abandonaram o negócio. Eu não tinha muita noção da gravidade até que o fato ocorrido foi revelado. A empresa para a qual prestávamos serviços assumiu os custos da nossa rescisão. Porém, a nova empresa que assumiu o contrato já tinha a sua equipe administrativa e, portanto, não permaneci no contrato.
Lembro-me de chegar em casa e pensar como iria honrar com os meus compromissos. Estava cursando faculdade na época. Achei que iria permanecer e estava errada. Mas, se você seguir os conselhos no estágio de conversas nos corredores, então você ganha algum tempo. Trate a sua busca por emprego como se fosse o seu trabalho. Coloque sua atenção e esforço. Obtenha opiniões sobre o seu currículo, tenha uma ideia para quais empregos você gostaria de ir e comece a procurar. É importante olhar as muitas empresas, descrições de cargos, para descobrir de primeira mão quais tipos de oportunidades estão lá e o que a empresa quer principalmente a nível de habilidade e competência. Desta forma você poderá traçar um posicionamento como candidato.
Tente não se preocupar ou entrar em pânico quando perder um emprego. Em vez disso, sinta-se confiante de que você encontrará um emprego, que melhor se adeque à sua personalidade, valores e interesses. Não deixe o medo, a incerteza e a dúvida atrapalharem você de refletir profundamente sobre a sua carreira e sua vida.
2) Você manteve o seu emprego
Manter o seu emprego deve fazer você sentir algum alívio e até se sentir bem. Muitas outras pessoas não foram consideradas necessárias, mas você foi. Isso aumenta o seu ego, um pouco, e mantém a sua renda consistente o que tende a manter a ansiedade baixa. Você tem agora um desafio de ajudar uma nova equipe a se organizar, mantendo as expectativas atuais enquanto se ajusta às mudanças que ocorrerão nas próximas semanas. Esta é a chance de mergulhar de cabeça e ajudar. Mostre à sua equipe ou ao novo chefe que você é proativo, flexível e capaz de ajudar de maneira que eles não conheciam. Também é importante não tirar a atenção da tarefa que está na sua frente. Continue fazendo um trabalho significativo. Uma coisa importante: não pare de trabalhar enquanto a sua equipe está tentando descobrir tudo. Sim, você pode obter um novo papel, mas não desconsidere o processo!
Lembre-se de continuar a sua pesquisa por emprego, pois não se sabe se novos cortes serão necessários. Permanecer na sua organização após uma despedida é um cenário difícil de lidar. A mudança e os transtornos que você enfrenta agora podem ser assustadores.
A minha atenção e carinho se dirige às pessoas que colocaram uma ou duas décadas em uma única empresa e, um dia, são demitidas. Aconteceu isso com o meu pai e até hoje sofremos as consequências disso, pois ele não soube lidar com a situação e foi acometido por uma profunda depressão. Muitas vezes essas pessoas são colocadas em papéis específicos e se acomodam e não mantém suas habilidades atualizadas. São pessoas inteligentes e talentosas, mas agora estão desatualizadas e perdidas.
3) Cuidado com a próxima rodada
Infelizmente uma demissão em massa é um processo para ajudar as empresas a sobreviverem ou corrigir erros. Pode ser que a primeira rodada não tenha sido suficiente para tais ajustes. As três vezes que vivenciei um processo de demissão em massa, as empresas eram:
– A primeira era uma prestadora de serviços de manutenção e teve o contrato rescindido;
– A segunda também era uma prestadora de serviços na área de limpeza e conservação. A recessão de 2008 atingiu em cheio a empresa. Os cortes foram feitos em diversas ondas, pois eram vários contratos. Desta vez, eu estava na função de gerente e precisava decidir quem iria ficar e quem iria sair.
– A terceira e última, a empresa parou as operações por um grave incidente e abriu demissão voluntária. Como o futuro da empresa era muito incerto optei por aderir à primeira rodada.
Estas três situações foram a minha jornada particular. Ficar na sua empresa significa que você conseguiu “passar por estas rodadas”.
Se a sua empresa passa por uma reorganização ou uma fusão, se estiver ciente dos riscos, esses riscos passam a ser seus. Confiar em um empregador para a maior parte da sua renda é inerentemente arriscado. Há manchete quando as empresas anunciam um grande corte em seu quadro de empregados. Porém, não há manchetes quando deixa uma pequena porcentagem para alguns meses depois. Portanto, esteja pronto e não assuma que está seguro depois da primeira rodada. Você pode se destacar nas rodadas posteriores, adicionando valor em ver as coisas de novas maneiras, se abrindo para novas oportunidades internas e tentando desenvolver seu próprio papel com base nas necessidades que você vê.
Muitos mercados são rápidos e competitivos. Parece frio o que eu vou falar, mas, mudanças são necessárias. Assim, meu conselho não é apenas sobreviver, mas crescer pessoal e profissionalmente, preparando-se para a mudança e mantendo um estado de prontidão. Muitos pensam na crise, mas até nas crises há oportunidades. Cabe a cada um entender os altos e baixos dessas oportunidades e estar preparado para elas.
Carolina do Valle
Coach de Carreira e Executivo
A alimentação do indivíduo implica em várias patologias, e como temos visto, não é diferente com a depressão. Estudos comprovam que indivíduos com deficiência de alguns nutrientes, sentem mais sintomas e quando adequamos à sua alimentação, os mesmos tendem a melhorar e alguns casos, diminuir a medicação. Segundo estudos, uma alimentação correta pode diminuir em até 50% os efeitos causados pela doença.
Nutrientes em destaque no tratamento são: ômega 3, minerais como (magnésio, ferro, e zinco), vitaminas (complexo B, C e D), além das fibras. Dependendo do quadro do paciente, faz-se necessário o auxílio com suplementos. Outro nutriente importante no tratamento da depressão é o Carboidrato(em quantidades e qualidades adequadas), uma vez que ele libera energia em forma de glicose, o que faz o cérebro trabalhar melhor. Dietas com restrição desse nutriente, pode causar um grande estresse ao organismo, e não é o que queremos no momento.
Estudos recentes relatam grande eficácia no tratamento da doença, com dietas estilos mediterrâneo e ortomulecular.
Uma dieta balanceada, rica em vegetais e frutas, cereais integrais, leite e derivados, além de oleaginosas e peixes, podem ser muito eficazes. Esses alimentos, elevam a serotonina, neurotransmissor responsável pelo humor e bem estar, conhecido também, como neurotransmissor da felicidade, melhorando assim o quadro dos pacientes.
Dietas ricas em gorduras saturadas, bebidas alcoólicas, e alimentos ricos em açúcares, são contraindicados.
Sendo assim, o tratamento adequado e o apoio familiar é algo importante para estes que muitas vezes querem vencer, mas nem sempre conseguem sozinhos.
Tenha uma alimentação saudável e faça exercícios. Caso seja necessário, procure um profissional para melhor orientá-lo.
Cuide-se!
Dra. Giselle Barbosa de Almeida de Lemos
Nutricionista
● Balas de hortelã, pastilhas, gengibre e spray melhoram rouquidão. MITO
Esses itens dão uma sensação momentânea de melhora, porém na verdade eles ‘anestesiam’ as pregas vocais, assim, quando o efeito passar, a voz continuará alterada.
● Maçã é bom pra voz. VERDADE
A maçã tem propriedades adstringente, ajudando na limpeza da boca e faringe. Também ajuda na articulação, pois ao mastigar estimula a movimentação da boca, dos lábios e língua.
● Conhaque é bom pra voz. MITO
Assim como as pastilhas, o conhaque também causa um efeito anestésico.
● Idade modifica a voz. VERDADE
Devido à alterações hormonais na terceira idade, as mulheres tendem a ficar com a voz mais grave, mais ‘grossa’, e os homens com a voz mais aguda, mais ‘fina’.
● Chocolate e iogurte estragam a voz. MITO
Na verdade eles tornam a saliva mais densa e de difícil remoção, com isso as pregas vocais tem mais dificuldades de vibrarem, podendo levar a pigarros constantes, porém não estragam a voz. Portanto se você vai utilizar sua voz pra fazer alguma apresentação, para cantar, ou para dar aula, evite comer estes alimentos algumas horas antes.
Cuide da sua voz!
Para maiores informações procure um Fonoaudiólogo!
Luciana Santos de Souza
Fonoaudiologia
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Então estou aqui para falar um pouco sobre o que é. A palavra Coach tem origem numa cidadezinha da Hungria, chamada Kocs, onde fabricavam as melhores carruagens para transporte de passageiros e encomendas. Nada a ver não é? Mas tem um sentido, eram as melhores carruagens da região, levavam passageiros nobres de um lado a outros com segurança e conforto, ou seja, saiam de um estado atual(EA) para um estado desejado(ED), exatamente o que o processo de coaching faz.
Mas o termo mesmo, surgiu na área de esportes, ouvimos muito isso dos americanos, sobre coaches esportivos, de vez enquanto um atleta dá uma entrevista e cita seu coach, geralmente são direcionados para alta performance.
Na Inglaterra o termo era usado para professores que ensinavam os filhos dos nobres, não existiam escolas como hoje, só quem podia contratavam um tutor ou coach para educá-los e encaminhá-los em suas vidas de acordo com a classe social, eram pessoas reconhecidas e muito importantes. Alexandre “o Grande” tinha como coach sabiam? Ninguém mais ninguém menos que Aristóteles, seguidor de Sócrates, alguém lembra do filme? O questionava o tempo todos sobre as melhores estratégias para suas grandes conquistas.
Sócrates e sua Maiêutica, falava do parto da idéias, que as respostas estavam no interior de cada um, que os questionamentos interiores, lembrando a frase famosa “Conhece a ti mesmo”, possuíam o poder de libertar o potencial humano, ou seja, de parir o conhecimento, trazer à luz, a resposta que buscamos está ali quietinha, esperando ser chamada e, para “O chamado”, temos o coaching com uma metodologia baseada em filosofia, psicologia positiva, terapia cognitiva, ferramentas de gestão estratégica e de negócios. Pode ser aplicado no ambiente corporativo, para a vida, carreira e negócios. Um visão positiva do ser humano, focando no que é bom, soluções práticas buscando a auto-realização que é diferente da busca incessante por sucesso, afinal sucesso é muito relativo para cada um.
E como diriam alguns de meus amigos com humor ácido, como os tenho graças à Deus! Alguns são extremante críticos: Agora tem coach para tudo…! Mais ou menos, ao final das contas o coaching é uma metodologia com ferramentas, só que aplicada em áreas diferentes, o problema são essas combinações de coaching com terapias, procedimentos, sugestões astrais e por ai vai. Nesses casos não é coaching e sim algumas técnicas que são inseridas em outro âmbito que seja um psicólogo, um psicanalista, um terapeuta de alguma área que use algumas técnicas para ajudar seu paciente. Um processo de coaching tem princípio, meio e fim, tem meta, objetivos a serem alcançados e, como diria o filósofo Luiz Felipe Pondé aspeando “uma terapia breve” com foco em resultados mais significativos de curto prazo e puntuais. Sempre digo que o coaching não faz mágica, dependemos mais do coachee do que ele de nós, a meta é dele, o processo é dele, mas quando se dispõe a experimentar e entram com garra é incrível como uma mágica acontece.
Teremos outros artigos sobre os “tipos” de coaching e tals, gosto de esclarecer essas diferenças, afinal defendo uma profissão que escolhi para desenvolver e que não existia há menos de 10 anos, as sociedades e associações estão buscando a regularização mas ainda será um processo lento como para tudo que é novo. É normal que existam dúvidas e como dizem por ai: “São as perguntas que movem o mundo e não as repostas” concorda?
Imaculada Souza
Coach de Carreira
E estas alterações se iniciam ainda na fase da infância onde as estruturas ósseas ainda estão em desenvolvimento. Porém, as consequências só vão aparecer na idade jovem adulta.
Um olhar atento as estas alterações bem como o acompanhamento de um profissional para realinhamento e prevenção destas lesões são de extrema importância.
A Avaliação de Podoposturologia avalia a influência dos mecanoreceptores dos pés na postura e no equilíbrio do indivíduo, tanto estático quanto dinâmico. E o tratamento com as palmilhas posturais contribuem para a Correção Postural.
Se você já observou que seus calçados costumam desgastar mais de um lado do que do outro…ou sente dores nos pés, joelhos, quadril…você precisa conhecer melhor e cuidar da base de sustentação do seu corpo!
Dra Camila Amaral
Fisioterapia